Ouço um zumbido, os percepções ecoam, a mente voa sem o corpo,
este semiestático, largado junto a cama...
existe uma pressão em tudo que nos rodeia, nos ouvidos, ns pulmõeos... mas
Não de nós impede de escutar e ver
que mesmo unos, mente e corpo,
funcionam de maneira independente,
sendo a mente responsável pela existência existência do último...
minha vó entra no quarto, da mesma maneira que a infusão em águá que tomei,
de sopetão e repentinamente foi embora
acho que a consciência, flui em separado
o sistema de atenção fica prejudicado
o efeito vai como vem
fui ver cqc
e vi que nada vi, que o que vi
sejá lá o que for o que vi,
toca um telefone,
ou eco, ou qualquer coisa que distoe
tenha polido as pedras
vi que a estrutura de um texto é a mesma
só o que muda, é o conteudo
nossas ideias são fruto de um processo dialético na mente
sub-idéias, idéias, mega idéias
me deu vontade,
de não terminar este poema
que não tem rima nem pena
daqueles, inclusive eu, que tentam aconhpanhar o raciocinio...
a mente vem e vai,
e entre ais e ais
eu persigo aquele pensamento,
aquele barrabás
que foi libertado pelos meus neurônios
e viraram ás
não sei se um pensamento vira uma cara
ou meus pensamentos fogem
e fui dormir o verde bom...
esqueça a testosterona
verdades voláteis que vão e... vão!